Fernando Alonso fez-se ouvir via rádio no GP do Qatar expressando a sua frustração com a falta de velocidade em reta do seu Aston Martin, especialmente após o Safety Car, numa questão que parece estar relacionado à forma como o carro gere a energia, principalmente nas saídas do safety car. O ‘software’ do monolugar parece estar mal ‘calibrado’ prejudicando a aceleração, o que numa situação que os carros estão todos juntos em pista leva a que possa perder posições importantes e foi exatamente isso que sucedeu, e essa perda de posições no início da corrida comprometeu significativamente o resultado final.
A Aston Martin está a investigar a fundo o problema, procurando entender as causas da perda de desempenho, sendo notória a diferença de desempenho do carro de Alonso face aos carros à sua volta na grelha.
A equipa reconhece a necessidade de ajustar a configuração do carro para melhorar a aceleração e o desempenho nas retas. Pela rádio, de Alonso ouviu-se um sonoro “não acredito nesta *“ depois de ter sido passado por Lewis Hamilton e Yuki Tsunoda na reta, com o chefe de equipa da Aston Martin, Mike Krack, a dizer que desconfia da tração, e talvez não da forma como é despoletada a energia híbrida…











