George Russell foi mais uma vez brilhante ao volante do difícil W13. O jovem conseguiu encontrar novamente as soluções possíveis para os problemas que têm assolado a equipa e o novo monolugar dos Flechas de Prata. Uma corrida dura, com desafios próprios, mas mais um excelente resultado para Russell que não desilude e está a mostrar que tem qualidade para ser piloto Mercedes. O #63 explicou os desafios que enfrentou durante a prova em Imola:
“O primeiro stint foi bom, mas tinha muita subviragem. Precisava de mais apoio aerodinâmico à frente e quando se troca para os pneus slicks, normalmente precisamos sempre muito mais apoio à frente. Não conseguimos fazer essa mudança na troca de pneus e nessa altura fiquei preocupado. A partir daí tive de gerir os pneus, queria ter atacado o Lando [Norris ] mas se o fizesse teria acabado atrás do Valtteri [Bottas]. Estou muito contente com o resultado, o quarto lugar estava fora das nossas expetativas, depois da qualificação e a Sprint de ontem. Não é um carro fácil de pilotar e numa altura estava a falar no rádio e fiquei sem o folego por causa das oscilações. Preciso de um bom banho quente para recuperar. Estamos a conseguir os resultados possíveis nesta fase o que me dá confiança de que estarmos na luta, uma vez que o carro seja melhorado.”
Numa explicação mais profunda, Russell deu alguma luz sobre o que se passa no carro:
“Temos estas limitações gerais com as oscilações e sabemos isso, mas também estamos com dificuldades com o aquecimento dos pneus. Este tem sido de longe o fim-de-semana de corrida mais frio deste ano e tem sido um pouco uma tendência”. O britânico explicou, citado pelo GPblog. “Precisamos de encontrar um compromisso melhor, tivemos um resultado forte, mas estávamos a começar demasiado baixo na grelha”.










