F1 em dose dupla, neste começo de época 2022. O Grande Circo viaja já para a Arábia Saudita, para segundo GP do ano, menos de quatro meses após a sua primeira visita. A Pirelli escolheu mais uma vez os compostos no meio da sua gama: C2 como duro, C3 como médio, e C4 como macio. É a primeira vez este ano que as equipa irão usar os pneus C4 em competição.
Esta escolha foi feita como resultado das características da pista de Gidá (tanto em termos de traçado como de asfalto), das temperaturas esperadas, bem como dos dados recolhidos da corrida de estreia em 2021. A nova superfície do ano passado oferece um bom nível de aderência sendo razoavelmente abrasiva, o que deverá levar a um desgaste e degradação moderados. A severidade das cargas e velocidades é média. Devido ao traçado rápido, a pista não é particularmente exigente em termos de tração e travagem. Espera-se um elevado grau de evolução da pista durante o fim-de-semana, graças também ao programa de corridas da Fórmula 2.
O circuito mudou um pouco desde a sua estreia no calendário no ano passado, como resultado de modificações solicitadas na sequência de alguns incidentes. Estas consistem em grande parte em abrir linhas de visão, movendo as barreiras mais para trás, enquanto a curva final (Curva 27) foi alargada com a remoção de uma bancada, o que poderá tornar a volta ligeiramente mais rápida. A curva 13 ainda apresenta 12 graus de inclinação. O Grande Prémio da Arábia Saudita de 50 voltas é a segunda corrida noturna consecutiva no calendário, o que significa que as temperaturas da pista podem diferir entre as sessões – como foi o caso no Bahrein – com FP2 e qualificação mais representativas das condições de corrida.













