A pista de F1 de Xangai surpreendeu os pilotos de F1 durante os passeios de quinta-feira com o seu novo aspeto… escuro. É normal ser escuro, é verdade, mas a pista estava anormalmente escura, e não existia qualquer informação que teria sido alvo de alguma intervenção.
Sem qualquer aviso prévio de repavimentação, surgiram especulações sobre a natureza das alterações. Em declarações ao Autosport inglês, Daniel Ricciardo fez luz: “Parece que pintaram a pista ou algo do género… talvez isso mude a forma como os pneus se comportam”.
Max Verstappen fez eco de sentimentos semelhantes, comparando-o aos seus dias de karting. Carlos Sainz expressou confusão, afirmando: “Acho que a FIA ou as equipas não entendem bem o que foi feito aqui.”
A investigação revelou que a pista foi submetida a um tratamento de superfície com betume, normalmente utilizado nos Estados Unidos e na Ásia, com o objetivo de melhorar a aderência e a integridade da pista.
No entanto, o impacto visual do tratamento suscitou preocupações quanto à consistência da aderência, particularmente difícil durante o fim de semana de sprint com tempo de treino limitado.
As memórias da Turquia 2020, com os seus problemas de aderência, foram evocadas, mas Sainz manteve-se otimista quanto a um resultado menos dramático.
No entanto, persistem incertezas quanto ao desempenho dos pneus, com potenciais implicações para a Ferrari e a Red Bull com base nas características de aderência e degradação dos pneus. A adaptação às exigências da pista continua a ser crucial para as equipas que preparam os seus carros.











