Toto Wolff mostra-se avesso a assumir qualquer cenário por antecipação na prova que no fim de semana marca o regresso de férias da F1. A Mercedes ganhou seis dos onze Grandes Prémios já disputados e normalmente dá-se melhor do que a Ferrari em circuitos que favorecem a eficácia aerodinâmica. Um fator importante quando estamos a falar de Spa-Francorchamps.
A Mercedes possui 39 pontos de vantagem sobre a Ferrari no Campeonato do Mundo de construtores, mas não Toto Wolff não assume que a sua equipa seja a força a bater no traçado belga: “Pelo que vimos na primeira metade da época, o equilíbrio competitivo tem variado de circuito para circuito. A Red Bull estará na luta se evoluírem da performance que mostrou na Hungria. Por isso temos de ter calma, manter-nos humildes em relação aquilo em que somos fortes, diligentes com as nossas fraquezas e leva a época fim de semana a fim de semana. No papel as pessoas assumem que Spa nos favorece, porque é um circuito onde a eficiência aerodinâmica é extremamente importante. Mas presumir isso é perigoso – já vi isto demasiadas vezes esta época, que não se pode reescrever o que se passou num fim de semana no seguinte”
Wolff reitera que a Mercedes tem de ir ao limite em termos de desenvolvimento se quiser garantir ambos os títulos pela quarta temporada consecutiva: “Os nossos objetivos mantêm-se os mesmos de antes da primeira corrida; ganhar ambos os campeonatos. A história mostrou que normalmente o carro mais rápido normalmente dá o título de pilotos e que o mais consistente ‘paga’ com o de construtores. Temos de manter a performance do carro em todas as corridas – e correr sem erros para maximizar o potencial em cada pista”.









