A prova de Valtteri Bottas no Grande Prémio do Bahrein foi como uma tempestade no deserto, tudo ‘varreu’. Depois de uma ‘pole-position’ brilhante e de um começo de corrida fantástico, o finlandês acabou por se ver em enormes dificuldades com os pneus super macios, que quase comprometiam a sua subida ao pódio.
A Mercedes confirmou que Bottas se debateu com problemas não apenas quando montou as misturas mais macias da Pirelli disponíveis para este terceiro grande prémio da época mas logo na grelha de partida. Isto porque as pressões dos pneus estavam incorretas, devido a um gerador avariado que a equipa levou para a grelha. O que também deixou a equipa incapaz de reagir à estratégia da Ferrari quando fez Sebastian Vettel parar à 10ª volta.
“Foi uma perfeita tempestade. No começo o nosso gerador avariou na grelha e não podemos calibrar os pneus de Valtteri, por isso partiu com a pressão de pneus errada”, dez saber Toto Wolff. “Sabíamos que ele se iria debater, e com Sebastian em segundo não podíamos fazer nada. Aproveitou a oportunidade e deixou-nos indefesos, e eles ao pararem cedo ganharam a corrida”, reconheceu o diretor da equipa Mercedes.
Toto Wolff considera que os problemas ocorridos ‘mascaram’ o verdadeiro potencial dos Mercedes, confirmando pelo andamento na qualificação. “O problema de Valtteri foi claro. Debateu-se no primeiro jogo de pneus e depois precisava de ter pneus na ‘janela’ certa que ele não teve. A espaços foi muito rápido, noutras fases faltou-lhe ritmo”, justificou o austríaco referindo-se à prova errática do piloto finlandês, que na fase final se viu obrigado a deixar passar Lewis Hamilton para o segundo lugar.










Os azares não podem acontecer só aos outros! O que fica claro é que andar sob pressão não é a mesma coisa do que “passear” no 1º lugar. Estou convencido que se a Ferrari continuar a pressionar, irão surgir mais problemas para os lados da Mercedes…
Acho que a Mercedes parece estar a falhar mais a nível de estratégia, e claro está, por a janela de máximo desempenho dos pneus no Mercedes, ser mais reduzida. Mas é visível como parecem estar a acusar a pressão da Ferrari.
Pressão errada nos primeiros pneus e ter de deixar passar Hamilton, não justificam tudo. Podia muito bem ter permanecido a 4 ou 5 segundos do Hamilton, após o ter deixado passar.
Gerador avariado… hahahaha! Eu cá sei qual é o gerador que avariou. Ó Rosberg explica ai o que te fizeram em 2014!
E depois ainda dizem que não fazem como a Ferrari ao adoptar politica de 1º piloto.
lol se vamos falar de abandonos temos de falar de todos, os de 2014 e os de 2016 do Hamilton. Não é só falar dos abandonos que interessam.
Mas de qualquer forma aposto que isto foi tudo culpa do pai do hamilton que mexeu na pressão dos pneus (alonso já confirmou no twitter!).
Não sei se repararam mas a Mercedes obrem arriscou tudo ontem com o Hamilton é esse risco pode ter consequências nas próximas corridas. Se repararem apartar do momento que o Hamilton ficou em quarto e sob investigação ele mudou o modo de potência do motor. Se virem o modo de motor da Mercedes na corrida aparece sempre 56.0 e no Hamilton ontem aparecia 63.0 até o Pedro de La Rosa comentou isso em directo. Isso quererá dizer que para tentar a vitória a todo custo a Mercedes usou o modo qualificação durante a corrida toda? E ao tomar esse risco… Ler mais »
Continuo a achar que este ano, a fiabilidade será determinante. E neste quesito, acho que anda ela por ela, apesar de à partida a Mercedes parecer ter a unidade motriz mais fiável.
Não ouvi o comentário do de La Rosa por isso não posso jurar, mas acho que o “56.0” e “63.0” que se refere trata-se do sistema de repartição de travagem, e que os pilotos passam a vida a regular. Pelo menos é o número que surge em maiores dimensões no ecrã dos volantes da Mercedes e é facilmente identificável ao telespectador. Não obstante, sim, para o andamento que estava a impor, aquele motor foi bem puxado, ainda que não acredito que tenham exagerado. A Mercedes não está ali a brincar e ganhou os últimos 3 campeonatos. Sabem exatamente o que… Ler mais »
Aposto que foi o pai do hamilton.
A sorte que teve na qualificação (Hamilton na última tentativa não conseguiu ativar o DRS na 2ªzona) faltou-lhe na corrida. Pressão de pneus no primeiro stint. Pneus errados (para um Mercedes) no segundo stint e um turno final demasiado longo. Vamos aguardar pelas próximas provas para aferir a verdadeira qualidade do Bottas.
As ordens da Mercedes para o Bottas se ‘arrumar da frente’ não são assunto… Mas quando caso idêntico aconteceu com o Burruchelo nas épocas do domínio da Scuderia, foi o deleite jornalístico para uma imprensa que sofria a bom sofrer com os sucessos imparáveis do Maior piloto de sempre da F1!
Mudam-se os tempos,…
É comparar o incomparável. Pequenas grandes diferenças. Na época Schumacher/Barrichello as ordens de equipa eram proibidas por regulamento, hoje são legais. O momento que gerou mais celeuma (Áustria 2002) o Schumacher nunca ultrapassaria Barrichello por mérito. Na situação deste domingo, o Hamilton ultrapassaria sempre o Bottas por mérito. Tinha-lhe ganho quase 10 segundos em 5 voltas e seria impossível o finlandês resistir por muitas voltas. Depois ainda existe outra variante, na Áustria 2002, seria sempre um Ferrari a ganhar a corrida. No Bahrain, para ainda existir alguma possibilidade de um Mercedes ganhar, o Bottas tinha de empatar o menos possível… Ler mais »
Boas
Não sei não mas se terceira corrida do ano já recebeu por duas vezes ordem para deixar passar o companheiro de equipe seja ele quem for, o que vai andar a fazer lá o resto do ano ? Ganhar o dele com aqueles numeros tambem eu o fazia e triste pois o que aperguavam ontem hoje já é mentira.