Lewis Hamilton e as suas joias foram tema de conversa durante 2022 e houve inclusive alguma polémica entre o piloto da Mercedes e a FIA. Chega a nova temporada e o tema ainda não foi esquecido.
No documento 5 da FIA sobre o Grande Prémio do Bahrein, o delegado técnico da federação internacional deu a conhecer que “a equipa de Fórmula 1 da Mercedes-AMG PETRONAS não confirmou para o seu piloto Lewis
Hamilton (44) na folha de auto escrutínio apresentada que está a cumprir o requisito de não usar quaisquer joias, sob a forma de piercings no corpo ou correntes metálicas no pescoço ou relógios”. Enviado o assunto ao colégio de comissários, composto por Gerd Ennser, Mathieu Remmerie, Mazen Al Hilli e Derek Warwick, este órgão decidiu não tomar qualquer ação sobre o sucedido, explicando no documento 6 da FIA que “tendo ouvido de um representante da equipa e tendo recebido um relatório médico da equipa médica da Mercedes AMG-PETRONAS F1 Team, que solicitou uma isenção. Os Comissários consultaram o Delegado Médico da FIA, que consultou o relatório médico, examinou o piloto e concordou com a opinião nele expressa. Determinamos não tomar mais medidas, uma vez que existem preocupações sobre desfiguração com tentativas frequentes de remoção do dispositivo”.
Está assim, tomada a primeira decisão da época por parte do Colégio de Comissários na F1 sobre um assunto antigo e que se julgava ultrapassado.










