Depois de ter ficado atrás de Charles Leclerc nas primeiras voltas, Oscar Piastri cronometrou o seu ataque na perfeição, ultrapassando o adversário monegasco após as paragens nas boxes e conseguindo aguentar não só o Ferrari, mas também o Red Bull de Sergio Perez e, numa fase final da corrida, Carlos Sainz, numa luta a quatro pela liderança.
A corrida foi uma disputa emocionante, especialmente após as paragens nas boxes, quando a luta pelo pódio se intensificou. A investida agressiva, mas calculada, de Piastri para passar Leclerc preparou o terreno para a tensa fase final, com o piloto da Ferrari a lutar pela aderência e a cair nas garras de Pérez e Sainz, cujo dramático acidente no final da corrida selou a vitória de Piastri.
“Tentei no início chegar à frente, mas quando saí do DRS não tinha ritmo”, explicou o vencedor do GP do Azerbaijão. “Depois da paragem, senti que tinha mais aderência e tive de tentar, porque se não ultrapassasse no início do ‘stint’, nunca o faria. Fiz uma grande investida e aguentei-me durante 35 voltas. É uma das melhores corridas da minha carreira.”
A vitória de Piastri não só eleva a sua posição na classificação do mundial de pilotos, como também consolida o estatuto da McLaren como verdadeira candidata ao título de construtores para a época de 2024.
“Tendo em conta o ponto de partida quando entrei para a equipa no ano passado, estávamos, literalmente, em último lugar e agora lideramos o campeonato. Um grande agradecimento à equipa por melhorar o carro, mas também a mim próprio”, concluiu o piloto.











