George Russell chega a Baku sem ainda ter conseguido pontuar, mas provou que tanto piloto como máquina são muito fortes em qualificação. A longa reta servirá para Russell aproveitar a potência da unidade motriz da Mercedes. Isto num traçado que representa para o jovem um misto de sentimentos,
“Estou ansioso por Baku. É outro circuito citadino, mas tem uma dinâmica diferente do Mónaco. Há muitas zonas de travagem de alta velocidade e com muros mesmo ao lado da pista, é difícil atacar as curvas. Também se passa pela secção do castelo, que tem a curva mais complicada do calendário de Fórmula 1, é tão apertada e pode-se ganhar ou perder tanto tempo lá. Tenho sentimentos mistos de Baku; sempre foi um dos meus melhores circuitos, mas nunca tive lá muita sorte. No entanto, estou ansioso por isso e vamos ver como nos vamos dar.“










