Na Renault, Daniel Riccardo foi oitavo, e o melhor piloto em pista que rodou apenas com pneus de composto médio, terminando a sessão a 1.044s de Hamilton, com o seu novo colega de equipa, que regressou mais de 18 meses desde a sua última corrida de F1, a ser 13º, também ele só rodando com pneus de composto médio.
Pode considerar-se que é uma arranque sólido o suficiente, este da Renault, que, recordamos, teve imensos problemas no Red Bull Ring no ano passado.
Os Renault não estiveram ótimos, mas também não estiveram mal, nesta primeira sessão do ano.
A Renault teve um ano de 2019 dececionante, terminando o campeonato no quinto lugar, quando ambicionava aproximar-se das três grandes, vendo-se ultrapassada pela sua cliente McLaren. A pré-temporada também não começou bem, com uma apresentação sem carro, mas quando chegou a Barcelona, a Renault até respondeu bastante bem, apresentando um carro tecnicamente interessante, muito embora tenha sido concebido pela equipa técnica que foi substituída durante o ano passado.
Cyril Abiteboul e seus pares já avisaram que o foco da Renault será 2022, quando entra em vigor um novo regulamento técnico, mas duas boas temporada (2020/2021) serão importantes, depois de confirmada a manutenção da equipa na F1, que chegou recentemente a estar em causa. Daniel Ricciardo vai sair, mas este ano com Esteban Ocon ao lado podem – e devem – no mínimo, recuperar o quarto lugar, algo que já se percebeu, pode não ser tarefa fácil. Daqui a duas ou três corridas, já se terá uma ideia mais fidedigna do que pode valer a Renault este ano.












