As coisas não foram nada fáceis em Jidá, e se é verdade que a F1 já comunicou inicialmente que o Grande Prémio iria em frente e todos estavam muito seguros, a verdade é que havia (se calhar ainda há) muita gente com dúvidas, e as reuniões continuaram por largas horas. Contudo, o desfecho foi positivo, e a competição vai mesmo em frente.
Recordando o que se passou, os 20 pilotos de F1 estiveram reunidos mais de três horas, para discutir o que sucedeu à margem do Grande Prémio da Arábia Saudita: um míssil lançado por um grupo rebelde do Iémen, Houthis, destruiu instalações petrolíferas da Aramco, que fica situado a cerca de 20 quilómetros do circuito. Houve quem falasse também em sabotagem na refinaria da Aramco em Jidá.
Stefano Domenicali, CEO da F1, deu garantias que tudo se mantinha inalterado, mas os pilotos não ficaram muito convencidos e por isso estiveram reunidos muito tempo. Já depois das duas horas da madrugada, locais, os pilotos abandonaram a sala e passou a ser esperado um comunicado conjunto com a sua decisão.
George Russell, líder da GPDA, Grand Prix Drivers Association, falou com os chefes de equipa e no final dessa reunião o diretor da Red Bull, Christian Horner revelou que a corrida iria acontecer, sendo corroborado por vários outros. Toto Wolff revelou que houve muitas opiniões diferentes mas a decisão foi continuar em pista…










