Após a divulgação do calendário da próxima época de Fórmula 1, confirmou-se que serão realizadas 6 corridas sprint durante o ano de 2023, algo que era pretendido já este ano, mas por não se ter chegado a consenso, apenas se realizarão três (Grandes Prémios de Emilia-Romagna, Áustria e Brasil).
Apesar de ser mais uma aposta da Liberty Media, o formato não agrada a todos os fãs nem a todos os intervenientes. Sebastian Vettel, que terminará a sua carreira de Fórmula 1 no final deste ano, salienta que desportivamente, as corridas sprint representam muito pouco para os pilotos e equipas.
“Penso que do ponto de vista da condução, não é muito excitante ter corridas sprint”, disse Vettel ao Motorsport.com. “Penso que ainda olhamos para a corrida principal. Obviamente, queremos melhorar a nossa posição [na grelha], mas sobretudo não a perder. Somamos agora alguns pontos, um pouco mais [do que no ano passado], mas penso que o foco principal continua a ser a corrida”.
Vettel admitiu que o formato foi pensado apenas com fins comerciais, apenas mais interessante do que um treino livre. “Não quero ser o mau da fita só por ser o mau da fita, mas penso que é uma forma de ganhar mais dinheiro. Se houver uma corrida, obviamente é mais excitante do que talvez uma sessão de treino. Há mais pessoas a assistir”, concluiu.













Sempre a ser um verdadeiro Senhor. 1000% de acordo.
Vettel a sair na altura certa e não ser parte de um circo 🤡 que deixou de ser um desporto monetária/ autosufuciente, e passou a ter como único “interesse” o dinheiro 💰
F:€- them all.
Tem razão. Corridas sprint são uma forma de ganhar mais dinheiro, assim como toda a configuração para que caminha a atual F1 nada tem a ver com a componente desportiva, mas unicamente com a obsessão por facturar cada vez mais e mais. A Liberty prepara-se para acabar com a F1 tal como a conhecíamos.