O carro da Williams não é, de todo, o melhor chassis da grelha, mas tem conseguido resultados surpreendentes, principalmente com piso molhado, quando a desvantagem natural do carro é esbatida pelas dificuldades na aderência. No entanto, e depois de ficarem atrás dos Alfa Romeo na Turquia em condições de pista húmida e de uma corrida inteira com pneus intermédios, George Russell admitiu que o carro não se comporta da melhor forma nestas condições, tendo um desgaste excessivo dos pneus.
“Se se forçar demasiado, o desgaste do pneu aumenta e depois quando se chega às partes mais molhadas da pista simplesmente não se tem aderência. Quando voltamos a sair com pneus novos, também não pareciam funcionar”, explicou o piloto, citado pelo Racefans.net.
Esta já não é primeira vez que o piloto britânico sentiu as mesmas dificuldades, afirmando ser mais fácil pilotar o carro com pneus de chuva e em condições piores. “Já aconteceu duas vezes em que estivemos nestas condições, já lutamos de ambas as vezes. Normalmente superamo-nos com piso molhado ou seco, mas não com piso húmido. A fase intermédia precisa de ser pensada”.










Pode ser do carro… ou dos pilotos…
A Williams (nesta geração híbrida) tem tido sempre o melhor motor, ainda não vi nenhum piloto aproveitar este facto na Williams…
Pois… o problema é que o motor não faz milagres… se o chassi não ajudar.
Um “grande” mostra sempre algo… lembra-se do Lotus-Honda ou do Benetton-Ford?
Eu lembro-me de várias sessões de qualificação e de uma corrida no ano passado…