Após mais um GP sem conseguir sair do fundo do pelotão, Nicholas Latifi está cada vez mais pressionado. Com contrato apenas até ao final do ano e juntando os desempenhos até agora, a especulação sobre o afastamento do piloto canadiano no fim da época cresceu nos dias posteriores ao GP de Emilia Romagna.
Após o 16º lugar conquistado pelo piloto, Ted Kravitz, jornalista da Sky explicou que a Williams deveria substituir Latifi pelo campeão da Fórmula 2 de 2021, Oscar Piastri. O australiano é piloto de desenvolvimento e testes da Alpine, mas a equipa francesa garantiu que o objetivo este ano é encontrar um lugar na Fórmula 1 como piloto principal para o jovem. Juntando o facto de Laurent Rossi, CEO da Alpine, ter afirmado que “emprestar” Piastri a uma equipa que não lute diretamente com a Alpine é um cenário plausível, esta teoria pode fazer sentido.
Ainda no domingo, o jornalista espanhol Albert Fabrega falou sobre uma “troca de pilotos” num futuro próximo, sem querer citar nomes.
Nicholas Latifi admitiu que “Alex claramente se sente mais confortável no carro”, sendo este um ponto fulcral nos desempenhos do canadiano, segundo o próprio piloto. Latifi afirmou que desde a Arábia Saudita que não tem uma boa sensação com o FW44. “Também tenho que chegar a esse nível”, disse ainda Latifi, comparando o seu rendimento com o do colega de equipa. Desde início da época, Latifi terminou sempre no 16º lugar, excetuando em Jidá, na Arábia Saudita, onde abandonou.
A verdade é que a Fórmula 1 não é um desporto que seja conhecido por dar tempo aos pilotos, mesmo a quem paga o lugar dentro da equipa.











