O limite orçamental, se bem que ainda envolto em grande discussão por causa das corridas sprint, veio para ficar. A FIA avisou que está atenta e a fiscalizar para encontrar rapidamente quem está em incuprimento, prova que que o teto orçamental – mais uma tentativa de encurtar diferenças entre equipas – é visto como indispensável para a visão que a Liberty Media, e a federação internacional, têm para a competição rainha do desporto automóvel.
Acerca deste assunto, vários responsáveis têm analisado a complexidade, mas parece óbvio que o grosso do trabalho nos monolugares terá de ser feito à primeira, havendo pouca margem para tentativas falhadas. Laurent Mekies, que tinha dito anteriormente que os pilotos têm que ter atenção aos acidentes e aos danos causados, disse agora ao jornal Marca que, “aqueles que estiverem atrasados no início [da temporada] conseguirão pagar no máximo duas ou três atualizações para recuperar”.
O homem da Ferrari, afiança que “do nosso ponto de vista, será difícil ter um grande número de atualizações com os limites de gastos que existem”.
O teto orçamental é mais um desafio para as equipas, entre tantos que vão existir durante a época. Será normal, mesmo que todos digam que vão respeitar o regulamento financeiro, que existam tentativas de conseguir tirar vantagem sobre os mesmos.












