Ontem Toto Wolff deixou escapar que iriam existir uma vaga na Williams para preencher, isto ao responder aos comentários de Christian Horner sobre o alegado bloqueio da Mercedes à ida de Alexander Albon para a equipa chefiada por Jost Capito. Pouco há para anunciar na saga da ida de George Russell para a Mercedes, no entanto quanto às escolhas dos pilotos na Alfa Romeo e Williams, o caso muda de figura.
Frédéric Vasseur, em entrevista ao Autosport britânico, afirmou que preferia um piloto mais experiente, porque os dias de testes são muito limitados, podendo ser uma indicação que a equipa prefere Alex Albon a Nyck de Vries para o lugar em 2022.
“Estou muito mais preocupado com o número destes dias [de testes] quando se fala de um estreante, porque temos seis, ou oito dias, se considerarmos os dias de teste de fim de temporada. Significa que são três dias por piloto com o novo carro. Também se podem imaginar problemas de fiabilidade, ou más condições climatéricas como as que tínhamos há dois anos, ou mesmo no Bahrein. Temos de considerar todos estes pontos. Mas mesmo quando se escolhe um piloto, eu quero um contrato a médio prazo. Não precisamos de nos concentrar apenas nos dois primeiros eventos, mas precisamos de ter um contrato a médio prazo”.
Vasseur ainda afirmou, na mesma entrevista, que quer manter a boa relação com a Ferrari e que também está atento aos pilotos da academia da Scuderia, mas que não precisa de tomar uma decisão de imediato. Antonio Giovinazzi ainda poderá manter o seu lugar na equipa, adiantou o responsável pela Alfa Romeo.










