Não deverá ser hipótese, mas George Russell apontou a suspensão ativa como a solução para o efeito oscilatório que afetou os monolugares nos 3 dias de testes de Barcelona. “Penso que se tivéssemos suspensão ativa, isso poderia ser resolvido facilmente”, disse Russell. “Esta poderia ser uma solução para o futuro. Os carros seriam muito mais rápidos para as mesmas superfícies aerodinâmicas, porque seria possível otimizar as alturas ao solo para cada curva e otimizar para a reta para a menor quantidade de arrasto”, disse o piloto da Mercedes sobre este tema.
Damon Hill, antigo piloto e campeão do mundo de Fórmula 1, concorda com a sugestão de George Russell. “Ele tem toda a razão. O brilhante sobre a suspensão ativa era que se podia controlar muito melhor a altura do carro”, disse Hill no podcast da F1 Nation. O agora comentador televisivo, acrescentou que “Não tínhamos os túneis que há agora no carro de 2022, tínhamos um fundo plano. Ainda se podia gerar força descendente a partir daí, desde que se conseguisse controlar a altura do carro a partir do chão. Molas normais e amortecedores têm dificuldade, porque são passivos”.
A suspensão ativa foi proibida na Fórmula 1 em 1994, com base no custo de desenvolvimento e não foi reintroduzido no regulamento técnico deste ano, por isso deverá ser muito difícil voltarmos a ver esta opção, por isso as equipas terão de encontrar outras soluções para o efeito oscilatório, que era expectável que surgisse, como deixou claro Ross Brawn. “Estou um pouco surpreendido por alguns deles terem sido apanhados de surpresa, porque pensei que teriam antecipado isso no túnel de vento, mas pode-se ver na pista que alguns já minimizaram o efeito, por isso há soluções”, explicou o responsável da Fórmula 1.











