Quando se viu Max Verstappen passar Lewis Hamilton no início da corrida pensou-se que o campeonato poderia ficar bem mais equilibrado do que mostram as tabelas em baixo, mas uma jogada de mestre dos estrategas da Mercedes e uma execução perfeita de Lewis Hamilton, deram à Mercedes a terceira vitória do ano, e ao inglês, 14 pontos de avanço no campeonato. Desta vez Verstappen não se pode queixar que a “sala está escorregadia”, mas sim que a sua equipa não “tocou a música certa”, e ele não soube dançar. Só mesmo o DJ da Mercedes…
Já Lando Norris não esteve nos seu melhores dias, ao contrário de Charles Leclerc, que já só dista um ponto do inglês. E ambos não estão longe de Valtteri Bottas, que já viu Hamilton dobrar a sua pontuação. Em apenas quatro corridas.
Sergio Pérez tarda em somar os pontos que devia. Daniel Ricciardo tem quase metade dos pontos de Lando Norris.
Nas equipas, lá na frente, tudo como dantes, a Mercedes a fugir à Red Bull, mas logo a seguir as coisas estão interessantes. O segundo pelotão desta feita resume-se à luta entre a McLaren e a Ferrari. Na metade de baixo do segundo pelotão, o fosso é cada vez maior.
A Alpine já está a 45 pontos da Ferrari, a Alpha Tauri somou pontos em todas as corridas, mas Yuki Tsunoda já se eclipsou. O ano passado por esta altura, a Racing Point tinha 28 pontos e a FIA já lhe tinha tirado 15.
A Aston Martin tem neste momento, cinco. A equipa tem tudo mais que não tinha em 2020, dinheiro e condições, menos pontos…










