A Ferrari já montou a atualização do seu sistema híbrido nas unidades motrizes dos carros dos dois pilotos. Pode ser um momento chave da luta pelo terceiro posto na classificação do campeonato de construtores, com a McLaren também a ter dificuldades no traçado turco.
Mattia Binotto afirmou, citado pelo website da Fórmula 1, que ter trazido a atualização do sistema híbrido já este ano foi um risco que a estrutura enfrentou e que o bom desempenho de ambos os pilotos na corrida, se deveu a esta mudança na unidade motriz. “Está a dar-nos uma pequena vantagem”, disse Binotto sobre a atualização. “Não o quero quantificar em tempo por volta porque está dependente da pista. Não é apenas potência do motor de combustão interna, é recuperação de energia, por isso é um pouco complexo, mas certamente está a dar-nos vantagem. Se olhar também para a qualificação de Charles, foi a quarta volta. Se analisarmos os tempos atrás dele, estiveram muito perto, e tenho a certeza que algumas posições teriam sido perdidas sem essa especificação”.
A Scuderia decidiu trazer a atualização já este ano, precisando de dados antes de 2022, quando as unidades motrizes serão novamente congeladas até à introdução da nova geração, que deverá acontecer em 2026. “Como dissemos logo no início com Charles, quando a introduzimos em Sochi, o primeiro objetivo era tentar aumentar a nossa experiência para 2022. É por isso que introduzimos o mais rapidamente possível, tentando apressar a sua entrada, assumindo também alguns riscos, mas tudo isto depois de uma avaliação de risco. Obviamente para nós, é claro, precisamos de quilometragem e fazer a nossa própria experiência antes de 2022, quando as unidades de energia serão congeladas. Para nós, esse foi o motivo chave e o motivo”, explicou o responsável da equipa.












