A Honda apresentou em 2021 um motor de combustão interna totalmente revisto, mas vários dos restantes componentes da unidade motriz não foram atualizados para a última época da Fórmula 1 com esta geração de monolugares. A Honda apresentou, depois da pausa de verão, uma atualização no componente de armazenamento de energia, talvez a maior desde 2015, escreve a The Race.
O componente deveria ser apenas montado na unidade motriz em 2022, mas como o construtor japonês vai abandonar a competição no final deste ano, foi feito um esforço para ter a atualização pronta ainda a tempo de competir em 2021, claramente importante para a luta do título.
“Este novo armazenamento de energia foi desenvolvido num projecto que levou vários anos, com o objetivo de combinar melhorias na eficiência energética com reduções significativas no peso”, disse Yasuaki Asaki, responsável da Honda F1.”Na que será a última temporada da companhia no desporto, a Honda F1 conseguiu introduzir o novo armazenamento de energia – equipado com uma célula de bateria mais leve, de baixa resistência, altamente eficiente e de ultra-alta potência – mesmo a tempo para o início da segunda metade da temporada”.
A nova bateria, que é mais leve e que aumentou o desempenho da unidade motriz japonesa, foi montada no carro de Max Verstappen para o GP da Bélgica e no carro de Sergio Perez em Zandvoort. A unidade motriz do carro de Pierre Gasly também já tem instalado o novo componente.











