Fórmula 1: Como adepto, de que forma gostaria ver melhorada a ligação aos adeptos?
Não era novidade para ninguém que Bernie Ecclestone não acreditava no potencial digital/redes sociais da Fórmula 1 – simplesmente porque não via ali uma forma de ganhar dinheiro – e este terá sido dos poucos detalhes que terão escapado a ‘Mr. E’ na sua enorme ‘máquina’ de fazer dinheiro. Agora, Ross Brawn e os seus pares da Liberty Media sentem que têm ali um filão para explorar e o que Brawn antevê, promete…
Só esta declaração: “A Fórmula 1 tem um conteúdo tão rico, há tanta informação, que podemos disponibilizar em camadas que possam abarcar todos os níveis de interesse dos adeptos da F1. Desde o adepto casual ao mais intensivo, podemos criar uma plataforma que ‘alimentará’ esses adeptos de acordo com o que desejarem…”
Portanto, pelo que se percebe, do lado da Formula 1, os adeptos podem esperar novos desenvolvimentos pois a Liberty Media promete desenvolver medidas para tornar o desporto melhor para quem o segue: “Isto para nós é quase uma start-up, porque até aqui quase nada foi feito no que respeita ao digital e às redes sociais, à forma como o conteúdo é apresentado”, disse.
“Agora temos oportunidade de criar o que precisamos e avançar para o futuro e asseguramos que há coisas novas para o ano, na forma como a informação é apresentada”.
O responsável comercial da F1, Sean Bratches confirma que há mercados que vão ter live streaming pela internet mas também os adeptos em pista vão poder melhorar muito a sua experiência nos circuitos, através de uma rede de wi-fi de alta velocidade, em que as pessoas poderão ver através dos seus smartphones muito mais do que acontece em pista, ao contrário do que acontece hoje. Por exemplo, estratégias, pneus, audio dos pilotos, etc: “Temos que introduzir um sistema novo para os adeptos, é uma tarefa gigantesca, mas estamos a estudar a melhor forma do fazer…”
Aproveite o embalo e venham daí as sugestões…
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anotheruser
23 Novembro, 2017 at 23:01
Pagar-me para ver algumas corridas… que seca que foram algumas.
Acabar com o halo.
Tracção total.
Mais carros por equipa e mais equipas.
Ver o Raikkonen a papar o Vettel e ascender a primeiro piloto da Ferrari.
Nomes próprios para os tipos de pneus.
O Bernie de biquíni montado no Mosley vestido de nazi a comer palha
da mão do Balestre em pelote. Sou um tipo simples: pode ser numa escapatória de qualquer curva, mas o Balestre tem de usar sandálias com meias brancas. Podem lá pôr também o Briatore a mungir um qualquer.
ro19071725
24 Novembro, 2017 at 10:23
1º – Visualização de treinos e prova em canal aberto
2º – Não limitarem tanto os regulamentos e haver “abertura” para desenvolvimento tecnológico como antigamente, limitando “apenas” sectores para que não hajam aldrabices – aldrabice, verdadeiro termo da palavra justificadas como “contornos” de engenharia (para algumas marcas) – como na Indy/v8 supercars (por exemplo) em termos de regulamentos onde a competição em nada tem a ver com a F1.
3º – Pontuação para a pole, criando uma “janela” de oportunidade para a maioria das equipas, pelo menos até meio da tabela – pontuação de 1.5
4º – Acabar com os Q1, Q2 e Q3
5º – Voltar o Warm-up
6ª – Terminar com o treino livre de 6ª feira e passarem todos para sábado – de manhã 2 livres (tipo 1.5 hora cada) e qualificação á tarde (tipo 14/15.00 h)
7º – Voltar a existir carro de reserva – pois existem situações que para tal fazia falta
8º – Retirar aos circuitos novos, escapatórias de asfalto enormes fazendo “lembrar” que as mesmas fazem parte da pista propriamente dita em que os pilotos continuam a andar no limite, dando origem a mais acidentes… circuitos mais limitados nesse aspecto
9º – Em vez do halo passar ao “vidro” também testado, quanto a mim mais eficaz e mais estético, tal como existia nos anos 60 e 70, mas com muito mais segurança
10º – Voltarem os v10 e v12 e acabarem com as “baterias”
11º – Evitarem os s-car por tudo e por nada e quando chover a corrida continuar normalmente a menos que haja falta de drenagem…
12º – Penalizações mais lógicas e com perdas de pontos na tabela (e não retirar tempo) para pilotos e equipas em simultâneo
13º – Manter pneus largos a tráz e reduzir talvez á frente (?!)
14º – Com o aumento de gp’s, reporem o gp Portugal e voltarem as alguns circuitos míticos (Holanda, Suécia, Argentina, por exemplo e deixar de haver paises com 2 provas (Alemanha, Espanha ex…)
15º – Deixar de entrar pilotos sem experiência e promover aqueles que dão provas suficientes nas formulas “a baixo” ou noutras categorias, não passando muitos deles como pilotos de teste de 2ª categoria (mesmo estando numa equipa de topo) …
16º – Diminiuir o nº de assistentes na box, por ex. os carros passarem a ter dispositivo hidráulico como nos “sport”, para quando chegarem á box ser o piloto a elevá-los e não com ajuda exterior
17º – Em sequência da situação anterior reduzir para 4 os mecânicos a trocar de pneus e não 12 como actualmente – logo aqui de quase 20 mecânicos, diminuía para 10 – no máx 8!… e a confusão nas boxes deixaria de existir, com muito maior visibilidade – para todos e mais interesse nesse sector do circuito.
18º – Ordens de equipa só a partir da 2ª metade do campeonato – durante a 1ª metade do campeonato comunicação de piloto/box não ser possivel existir por meio nenhum (tecnológico) e a ser só por meio de placa mostrada ao piloto para toda a gente ver…
19º – Uma vez que querem aumentar o nº de provas, aumentar o nº de equipas ou de carros (mesmo equipas com 3 carros) – e havendo 3 carros não existir carro de reserva
20º – Ser tudo posto em prática e Ferrari, RB, Mercedes, McLaren, Williams, Renault (pelo menos estas) andarem todas ao mesmo nivel.
21º – Pontuação da classificação final de gp não ser tão desiquilibrada – manter os 10 primeiros classificados mas começar em “10” e terminar em “1” – e não começar em “25” – haveria mais equilibrio e as diferenças não seriam tão grandes podendo o campeonato ficar muito mais em aberto até ao fim e acrescentando a pontuação da “pole” de 1.5
…
Não me recordo para já de mais “soluções” para haver mais interesse (para já)