Felipe Drugovich é terceiro piloto da Aston Martin e continua a ver o comboio da Fórmula 1 passar, com as suas ‘carruagens’ completamente cheias, sem lugar para si. Apesar de ter havido pilotos a sair do comboio, como o caso recente de Logan Sargeant, o brasileiro é, juntamente com Davide Valsecchi (2012), Fabio Leimer (2013) e Theo Pourchaire (2023), um dos campeões de GP2/F2 que não conseguiram ascender à F1.
Drugovich é atualmente terceiro piloto da Aston Martin, está ‘barrado’ na equipa de Silverstone, perdeu recentemente a oportunidade de se juntar à Williams, com a equipa a optar por Franco Colapinto, a Mercedes está prestes a anunciar Kimi Antonelli, e para Peter Windsor, atual comentador de F1, e antigo gestor de equipas e patrocínios na Fórmula 1, no canal de YouTube da Cameron F1, considerou “ridículo” que um piloto do calibre de Drugovich não esteja a correr.
Enquanto Liam Lawson, Logan Sargeant e Jack Doohan já conseguiram vagas na F1, Drugovich ainda procura a sua oportunidade. Neste momento, a sua única opção restante é a Audi, pois o novo chefe da equipa, Mattia Binotto, ainda pondera estender o contrato de Valtteri Bottas ou apostar num jovem piloto.
Felipe Drugovich não tem tido sorte com as suas oportunidades, embora seja considerado um dos maiores talentos da nova geração. Como há muito sucede, o ciclo de permanência de pilotos na F1 é extenso, a experiência conta muito, não só a velocidade, e as consecutivas vagas para pilotos de Fórmula 2 são muito escassas face ao número de pilotos que mereciam oportunidades. É verdade que vão para terceiros pilotos e/ou de testes, mas a maioria vê o tempo passar sem oportunidades, que recentemente tiveram Oliver Bearman, vão ter Kimi Antonelli, Franco Colapinto e Jack Doohan, teve Mick Schumacher e desperdiçou, o mesmo sucedendo a Logan Sargeant, que em dois anos de F1 conseguiu ‘levar’ 31-0 em qualificação de Alex Albon.











