A postura da Mercedes depois dos acontecimentos em Abu Dhabi foi algo contraditória. Se por um lado aceitaram não continuar com o pedido de apelo, terminando assim com a polémica da decisão da direção de corrida, por outro Toto Wolff e Lewis Hamilton faltaram à Gala de entrega de prémios da FIA e nem sequer colocara os seus carros campeões à disposição (Fórmula E e F1).
Wolff deixou claro que não pretende nenhum acordo secreto como o que foi feito com a Ferrari no caso do motor ilegal e espera que todas as partes interessadas possam contribuir para melhorar o desporto:
“Penso que nos dias de hoje e na era da transparência, tais decisões já não podem ser tomadas em acordos de bastidores. Estou otimista porque a maioria dos intervenientes no desporto partilharão a minha frustração com as decisões que foram tomadas ao longo de todo o ano. Todos os que são pilotos , vocês [os meios de comunicação social], nós, sabemos o que aconteceu. No entanto, tenho confiança que todos caminharemos na mesma direção.”
“As equipas e eu temos o feedback das equipas e dos pilotos, tive garantias de Peter Bayer [secretário-geral da FIA para o desporto automóvel] e Stefano [Domenicali – Diretor Executivo de F1] de que nas próximas semanas e meses, vamos resolver os problemas que surgiram longo dos últimos anos”.












