A Williams terá dois engenheiros para cada piloto. Esta mudança faz parte de uma reorganização que a equipa fez durante o inverno e que pretende agilizar o processo de comunicação com os pilotos como explicou Rob Smedley:
“Temos agora dois engenheiros em vez de termos um engenheiro de pista e outro engenheiro de dados como era feito no passado. Temos dois pilotos jovens e é fundamental que a informação seja processada rapidamente para que a equipa possa ter uma visão coerente dos processos.”
Luca Baldisserri e James Urwin, trabalharão serão uma das duplas (responsáveis do carro de Stroll) e Andrew Murdoch, trabalhará com Paul Williams (estarão com Sirotkin).
Este plano de reorganização pretende preparar a equipa para a eventualidade do calendário passar para 25 provas.










€ng€nh€iros xD
Afinal parece que a equipa que não deu o seu acordo- e era necessária a unanimidade – para o dia suplementar de testes, foi a Williams.
Bem dizia o Bernie que na F1 não pode haver democracia ! 🙂
Se Kubica fosse titular, podiam pôr 3 engenheiros para o Stroll. Onde chegou esta equipa… tanta engenharia e tão pouca pilotagem. Em 2019 provavelmente já haverá menos engenharia e mais pilotagem (ou não), porque sem a Martini, vão ter que vender mais lugares de reserva e simulador. Sinceramente, acho que a Williams estava melhor em 1977 e fazia correr um carro com o número 27. Não era um Ferrari (27), era um March 771, e o piloto era o Patrick Neve, que não era nada de fabuloso, mas com um inverno destes, talvez fosse o mais indicado para estes testes.… Ler mais »