Stefano Domenicali confirmou a negociação com os promotores italianos das provas em Monza e Imola para renovar o contrato dos dois Grandes Prémios, mas admite que é necessário que as obras de requalificação no ‘Templo da Velocidade’ tenham início a curto prazo, uma vez que já deviam ter começado.
Itália poderá manter as duas atuais provas no calendário da Fórmula 1 até 2030, tinha confirmado o Presidente do Automobile Club d’Italia (ACI) ao La Gazzetta dello Sport em novembro passado, faltando “apenas” alguns pormenores para serem finalizados os acordos de renovação por cinco anos entre os organizadores do GP de Itália em Monza e o GP de Emília-Romagna em Imola, tendo como objetivo assinar a renovação com a Fórmula 1 no final de 2024.
Stefano Domenicali, responsável máximo da Fórmula 1, tinha admitido em outras alturas que, especialmente a prova de Monza, precisava de melhorar o evento, confirmando-o agora.
“Estamos, de facto, a negociar com Monza e Imola uma possível renovação do contrato”, disse Domenicali citado pelo RacingNews365. “Estou em contacto com a federação italiana de automobilismo, mas os trabalhos em Monza deveriam ter começado depois do Grande Prémio e ainda não começaram em dezembro. Agora devem começar num futuro próximo”.
O responsável da Fórmula 1 admite que tenciona pressionar os promotores, com uma “pressão é construtiva, mas as burocracias internas não devem ser capazes de parar certos projetos. Temos de acompanhar os tempos. Em 2020 foi dada uma oportunidade extraordinária a Imola e estavam prontos para isso. Este ano, infelizmente, não pudemos correr lá por causa das inundações”.
Domenicali esclareceu que não as provas têm de ter apoio público e deixar de ser suportada apenas por esforços privados, tratando-se de “compreender a vontade do nosso país de investir na F1 como plataforma desportiva, promocional e comercial, porque a Fórmula 1 já não pode ser gerida de forma privada”, disse.












