F1, Sebastian Vettel: “Confio nos pneus Pirelli? Não posso dizer com 100% de confiança que sim”
As falhas nos pneus Pirelli continuam a ser o centro das atenções e Sebastian Vettel admitiu que não confia a 100% nos pneus da marca italiana.
Segundo alguns meios de comunicação, os pilotos terão boicotado uma reunião com a Pirelli, numa forma de protesto pelo sucedido no Azerbaijão. Esta terá sido assim uma forma dos pilotos mostrarem a sua solidariedade com Max Verstappen e Lance Stroll, os pilotos afetados pelas falhas nos pneus.
Sebastian Vettel, por seu lado, admitiu que não confia a 100% nos pneus da Pirelli. Questionado sobre a sua confiança nas borrachas da marca italiana o alemão respondeu:
“Penso que a resposta curta seria: não posso dizer 100 por cento sim e não posso dizer 100 por cento não”, respondeu Vettel. “Quando o pneu falha, obviamente, precisamos de compreender porque é que isso acontece. Do nosso lado não há nada a acrescentar mas também é claro que a primeira prioridade é que os pneus sejam seguros. Vai-se a alta velocidade; vai-se a baixa velocidade; trava-se com muita força; pode estar muito quente; o alcatrão pode ser liso ou pode ser áspero; há janelas de Safety Car onde temos de seguir o Safety Car porque há um perigo na pista e vamos muito, muito lentamente. Nesse caso, a pressão dos pneus desce drasticamente, temos uma bandeira verde e toda a gente sai logo a seguir. Portanto, o stress sobre os pneus é sem dúvida muito, muito elevado, mas é um produto que deve ser concebido antes de mais para ser o mais seguro possível”.
“Nos últimos anos tivemos muitas ocasiões, penso que sempre houve um acompanhamento e um relatório adequado, mas do nosso lado – e penso que só posso falar por nós, pilotos- a prioridade é claramente que os pneus sejam seguros e a segurança tem a maior prioridade.”
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jo baue
17 Junho, 2021 at 19:59
Leitura possível do artigo: Não são confiáveis? É porque são italianos, pois claro.
Sucede, porém, que a marca já há muito anos que não é italiana, o que estranhamente continua a ser ignorado pelo autosport, “há 40 anos a escrever a história do automobilismo“.
Fast Turtle
17 Junho, 2021 at 22:08
Não é italiana? Onde fica a sede? Onde desenvolvem os pneus?
Não é porque chineses a compraram que deixa de ser italiana.
Posso perguntar o que você percebe do tema para dizer que não é italiana?
A jeep também já não é americana?
E a Lamborghini?
E a Ferrari?
jo baue
18 Junho, 2021 at 10:24
Ó rapazinho, vai lá com essa prosápia toda dizer a um italiano ligado ao automobilismo que a Pirelli , ou Pilelli como todos dizem, é italiana. Experimenta lá
Sede? Vais então dizer que a Ferrari é holandesa? Ou já não é bem assim?
Onde desenvolvem os pneus? a 100 kms de Istambul, no mesmo local onde os produzem. Para centenas de campeonatos, de 2 e 4 rodas, mas qual é a dúvida?
— Que os ingleses tenham as suas raivazinhas particulares e inveja que podemos classificar como xenofobia ( e se calhar como portugueses não o devíamos esquecer) , é uma coisa, mas o autosport português ir na onda dessa sobranceria, não faz sentido. Porque se lê, ou leu, n artigos a mandar abaixo o Briatore, e zero em relação ao Wolff, personagem muito mais sinistra?
Fast Turtle
20 Junho, 2021 at 13:40
Rapazinho???
Briatore wolf?
Grandes argumentos.
A opel nunca foi chamada de americana e sim de alemã.
E fico me por aqui.