James Allison considera que o desempenho menos bom da Mercedes no Grande Prémio do Mónaco, onde Valtteri Bottas foi apenas quarto e Lewis Hamilton não foi além do sétimo posto, ajudou a equipa a identificar os pontos fracos do W08 e permitiu-lhe resolver esses problemas e evoluir na direção certa, tornando o monolugar de 2017 mais competitivo.
Segundo o diretor técnico da equipa os problemas surgidos no Principado ajudaram a Mercedes a reagir e a vencer três das quatro corridas seguintes, transformando um défice de 17 pontos para a Ferrari no Campeonato de Construtores numa vantagem de 39.: “O Mónaco foi um circuito onde apenas alguns dos componentes do nosso carro se evidenciaram, bem como muitos que se revelaram maus. E isso foi muito útil, porque nos focamos onde estavam os problemas. Foi muito benéfico”.
Allison explica também que antes do Mónaco a Mercedes tinha ganho algumas provas, feito ‘pole-position’ em quase todas, “e tinha um carro rápido”. E quando assim é fica fácil a equipa iludir-se: “Não gostamos da experiência do Mónaco, mas essa prova também nos facilitou a vida para diagnosticarmos quais eram os maiores fatores de insucesso e como atacá-los. Isso ajudou-nos de duas maneiras; foi como um estímulo e como um diagnóstico”.
Para o responsável técnico da equipa Campeã do Mundo o “maior passo” na resposta ao revés do Mónaco foi o entendimento do carro, já que nenhuma atualização foi introduzida no Canadá, onde Hamilton ganhou: “Depois do Mónaco não tivemos uma corrida que fosse realmente fraca. No Canadá não levamos nenhuma atualização”.











