A pandemia coronavírus (COVID-19) colocou a Fórmula 1 em crise. Agora, as equipas, a FIA e a Fórmula 1 procuram fazer mudanças, sendo uma delas no teto orçamental. Segundo as regras aprovadas, este seria de cerca de 160 milhões de euros, mas agora com a crise, as equipas pequenas pediram para que este seja reduzido.
Após algumas reuniões, este passou para cerca de 139 milhões de euros, mas a partir daí, não se conseguiu nenhum consenso. Rumores dizem que na videoconferência de quinta-feira se chegou a mais reduções no teto orçamental, com o valor de 134 milhões de euros em 2021, chegando a 120 milhões de euros em 2022. Nesta reunião estiveram presentes Chase Carey, Ross Brawn, Jean Todt e os chefes de equipa da Fórmula 1.
Important meeting by video conference today with Chase Carey, @F1 & @FIA teams to build together a New Deal for the future of our sport #F1 #RaceAgainstCovid pic.twitter.com/wtM7g6A42e
— Jean Todt (@JeanTodt) April 16, 2020
O valor de 120 milhões de euros foi a proposta original da FIA para o teto orçamental, em 2018. Apesar disto, as equipas grandes, Mercedes, Ferrari e Red Bull, já têm o seu desenvolvimento planeado, assim sendo, precisarão de mais tempo para poder reduzir os seus orçamentos.










