Christian Horner aponta para a “grande oportunidade” que se vai deparar à sua equipa – e a todas as outras a bem da verdade – para acabar com o domínio total que a Mercedes evidencia na F1 desde 2014. O chefe da equipa Red Bull, ainda não espera que no próximo ano seja possível dar mais luta à Mercedes mas adverte: “A nossa grande oportunidade é 2022. Para o próximo ano será difícil quando cerca de 60 por cento do carro é igual. Mas isso não significa que não possamos desbloquear mais potencial através do desenvolvimento e melhor compreensão do carro”.
Logicamente o que o motor Honda vai valer em 2022 é uma incógnita e em Sochi, o Diretor Técnico da marca japonesa recusou-se a dizer se a Honda se comprometeria com a F1 para lá de 2021. Do lado da Red Bull há interesse que a Honda continue: “Temos de continuar a trabalhar em estreita colaboração, estou convencido de que o podemos fazer. A história da Fórmula 1 mostra que a superioridade de longo prazo da Mercedes tem de chegar ao fim a dada altura. Isso é apenas inevitável”.











Quer isto dizer que se não conseguirem vêem logo com as ameaças de saída da F1. Só para variar.
É, quando mudaram as regras em 2017 também ouvi dizer que iam ficar mais perto, porque eram mudança de chassis, afinal foram das equipas de topo a que produziu o pior chassis.
Mais fazer menos falar RB.
Como tudo muda de um dia para o outro…
Esta noticia envelheceu muito mal.
Bem… a Red Bull em 2022 só pode ganhar corridas nos GP’S dos carrinhos de esferas, ou eventualmente a pedais. A FIA está a criar este novo campeonato do Mundo sob a sua égide.
Com que motor? E talvez… com que piloto?
Hihihihi.