Se é visível uma nova ordem na grelha, existe também uma nova ordem nas unidades motrizes. No ano passado a unidade motriz Honda era considerada a mais potente, seguida da Ferrari e da Mercedes com a Alpine a alguma distância. Este ano, segundo Helmut Marko, a ordem é diferente.
Para o responsável da Red Bull, a Ferrari tem, neste momento, a unidade motriz mais potente da grelha. A Scuderia fez o esforço durante o inverno, tentando tirar mais da sua unidade o que terá conseguido. A que custo? A Ferrari é também a que parece ter mais problemas de fiabilidade com a sua unidade neste arranque de época.
“Não temos números exatos de unidades motrizes, mas com base em várias comparações e informações (internas), assumimos que a Ferrari é o motor mais potente. Depois vem a Honda, e depois a Mercedes está mais ou menos no mesmo nível. A Renault está atrás”, disse Marko ao motorsport.com no Grande Prémio do Bahrein.
“Na Ferrari, a velocidade máxima melhorou significativamente, mas o desgaste dos pneus, a coisa crucial, não melhorou em nada. E eu diria que quase piorou em relação a nós”, diz ele numa visão geral. Para a Mercedes, o início foi tão acidentado como no ano passado. A única coisa… é que não creio que haja uma solução que eles possam trazer a curto prazo”.
Assim, apesar de Mercedes e Ferrari terem melhorado as unidades motrizes, não parecem ainda em condições de incomodarem a Red Bull.










