A ideia de uma mudança na qualificação foi falada para os novos regulamentos de 2020, mas o feedback negativo terá colocado um ponto final na vontade de mudar o formato.
O responsáveis da FIA queria dividir a qualificação em quatro, sendo que na Q4, que ficaria reservada para os oito mais rápidos, mas a recepção dos fãs e dos pilotos não foi a melhor pois o formato actual agrada a todos. Talvez seja por isso que a alteração não consta dos regulamentos técnicos e desportivos provisórios, publicados pela FIA.
Haverá também um controlo mais apertado da embraiagem e dos sinais que envia à unidade de controlo electrónico. A resposta ao movimento da patilha de embraiagem deverá ser linear, o que significa que o movimento que os pilotos façam com a patilha serão mais representativos do comportamento da embraiagem, o que irá dificultar a vida aos pilotos. Isto pretende acabar com os mapas inteligentes que ajudam os pilotos a operar a embraiagem dos monolugares e dificultar a tarefa na largada, aumentando a imprevisibilidade. Os pilotos poderão ter a hipótese de ter uma ou duas patilhas de embraiagem, embora no último caso, ambas devam ter um funcionamento igual.
Também as medidas para impedir a queima de óleo para ganho de performance continuam. As equipas poderão ter apenas um tanque auxiliar de óleo que, juntamente com os tubos que o ligam ao motor, não deverá exceder os 2.5L. A quantidade de combustível permitida fora da célula de sobrevivência passou de 2L para 0.25, evitando assim truques com o fluxo de combustível e possíveis mistura com óleo, noutras áreas do carro.
Os espelhos retrovisores também foram revistos e poderão estar numa área mais restrita para evitar ganhos aerodinâmicos.











