O responsável pelas operações da Mercedes, Robert Thomas admite que as últimas semanas têm sido intensas na fábrica de Brackley, numa altura em que faltam apenas duas semanas para ser conhecido o monolugar da equipa para 2024, aquele que Toto Wolff acredita poder ser 2.5s mais competitivo que o W14.
Thomas explicou que chegam à fábrica “literalmente milhares e milhares de componentes, que passam por inspeções e testes. Depois, são construídos em vários subconjuntos para o departamento de testes e desenvolvimento, que os submete a testes de fadiga, fiabilidade e desempenho”.
O responsável admitiu que é “um período muito intenso para as pessoas na fábrica, porque estes departamentos funcionam por turnos, 24 horas por dia, 7 dias por semana”, mas com muito empenho de todos os funcionários para que se cumpram os prazos.
Tendo passado por várias pré-temporadas na Mercedes, Thomas assegura ter assistido a uma enorme melhoria nos processos em Brackley. “Havia planos detalhados, mas não eram realmente respeitados”, disse sobre outros tempos na fábrica da Mercedes. “Muitas datas eram quase como que opcionais e fazíamos o nosso melhor para cumprir esses prazos, mas geralmente não o fazíamos. As coisas iam ficando cada vez mais atrasadas e o que acabava por acontecer era que as pessoas trabalhavam de uma forma caótica. […] Não conseguimos obter nem o resultado que queríamos em termos de desempenho nem de fiabilidade. Tudo isto leva a que se vá para as primeiras corridas em condições muito abaixo do ideal, não se consegue a aprendizagem desejada e leva a que as pessoas fiquem esgotadas”, concluiu.










