Oscar Piastri inicia este ano a sua quarta temporada na F1, depois de um 2025 em que chegou a ser o grande favorito ao título, mas acabou por ter de se contentar com o terceiro lugar, atrás de Max Verstappen e do seu colega de equipa e vencedor do título, Lando Norris.
Para 2026, Piastri (e o resto do pelotão da F1) enfrenta um novo desafio, com novos carros, novas exigências e nova filosofia. O piloto australiano reconheceu, na apresentação da nova decoração da McLaren, que os novos carros vão exigir mais dos pilotos, uma oportunidade que encara com entusiasmo, pois os pilotos poderão mesmo fazer a diferença:
A new OP lid you say 🧐
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Debuting on track 🔜 #McLarenF1 pic.twitter.com/SLV94DILcV
“Acho que vai ser um grande desafio para todos nós. Os carros mudaram, claro, mas sobretudo as unidades motrizes. Tivemos basicamente os mesmos motores nos últimos dez anos, e agora haverá uma grande diferença com que teremos de nos adaptar. É por isso que temos tanto tempo de testes este ano. O comportamento dos carros é também bastante diferente, por isso habituar-nos a todas essas mudanças vai ser entusiasmante e também uma oportunidade para fazer a diferença.”
“Vamos ter mais em que pensar. Já tínhamos a componente híbrida antes, mas este ano ela tem muito mais importância. A bateria fornece muito mais potência — podemos descarregá-la e recarregá-la muito mais depressa. Será algo muito mais dinâmico a que teremos de estar atentos. É mais uma coisa em que pensar, mas o objetivo é o mesmo: ir o mais rápido possível. Vai ser um desafio interessante.”
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Piastri já teve a primeira amostra no MCL40, em Barcelona, onde percebeu as profundas diferenças entre os carros da nova era e os anteriores:
“Foi bom voltar à pista no shakedown. Deu para sentir quão diferentes estes carros são — em vários aspetos. No fim do dia, continua a ser um Fórmula 1 rápido, especialmente em linha reta. A aceleração com estas novas unidades motrizes é impressionante. Mal posso esperar por regressar à pista no Bahrein e, depois, em Melbourne.”
“Acho que os circuitos mais lentos e estreitos vão favorecer estes carros — Mónaco, Singapura, por exemplo. Os carros são ligeiramente mais pequenos, mais curtos e leves, por isso acredito que se adaptarão melhor a esse tipo de pista. Os circuitos de alta velocidade vão ser diferentes, porque a geração anterior era incrivelmente eficiente aí, mas será interessante ver como se comportam estas novas máquinas.”










