Era esperado que tivéssemos seis corridas sprint este ano, depois do teste bem sucedido feito em 2021, com as três corridas curtas feitas em Silverstone, Monza e Interlagos a receberem “nota positiva” por parte de fãs, equipas e responsáveis da F1.
No entanto, surgiu um entrave para este ano e algumas equipas estarão a forçar uma compensação de 5 milhões pelas seis corridas programadas, o que tem provocado algum mal estar. Os rumores apontam que a Mercedes, Red Bull e Ferrari estão a tentar forçar a compensação extra, o que tem desagradado as restantes equipas e até a própria F1, indo contra o espírito de colocar o desporto em primeiro lugar. Assim, com este problema ainda por resolver e com a introdução dos novos regulamentos, que exigem maior investimento por parte das equipas, o cenário da redução do número de corridas sprint ganha cada vez mais força. Mais ainda, estamos cada vez mais próximos do arranque da época e as equipas têm de organizar a logística do ano e quanto mais corridas sprint tivermos, mais dificuldade as equipas terão em organizar o seu calendário. Reduzindo o número de provas Sprint, ganha-se mais flexibilidade no calendário e o descontentamento das equipas fica mitigado. Como tal, não será surpreendente se o número de corridas Sprint seja reduzido este ano, com três corridas sprint a ser o número mais provável em cima da mesa.









