A F1 continua determinada em reduzir as suas emissões de carbono e na Áustria vai estrear um novo sistema. Uma Power Station sustentável que irá fornecer energia a todo o paddock e que irá cortar as emissões de carbono em 90%. Será alimentada por biocombustíveis e 600 metros quadrados de painéis solares.
O diretor de logística da F1, Ian Stone, afirmou: “Vamos alimentar toda a gente a partir de uma única central elétrica sustentável. O objetivo é impedir que as equipas dependam de geradores. Todas elas trazem o seu próprio equipamento e abastecem os seus próprios geradores. Por isso, instalámos fisicamente este parque de geradores e vamos instalar uma rede de distribuição de energia complexa em todos os pontos-chave, para que as equipas se possam ligar – seja para os seus camiões ou para as suas motorhomes. A nossa estimativa é que, em 2022, foram produzidas cerca de 200 toneladas de CO₂ [no Grande Prémio da Áustria]. Estamos a pensar, sob reserva de recebermos esses dados, reduzir esse valor para cerca de 10 toneladas de CO₂”.
Um corte substancial nas emissões e mais um passo rumo a uma competição mais amiga do ambiente.













A construção e exploração das matérias primas para obter esses painéis todos representaram quanto em co2 equivalente?
São as tais contas que agora não se fazem. Os carros elétricos são um exemplo disso. Não emitem co2 na circulação (e sem entrar na questão dos minérios das baterias) são carregados em alguns postos de abastecimentos em equipamentos alimentadas a geradores a gasóleo. Quando um senhor de uma grande marca ibérica me contou isto quase nem quis acreditar.