A Mercedes decidiu fornecer os seus novos motores de Fórmula 1 às suas equipas cliente a tempo para o primeiro grande prémio do ano, apesar de receios de que poderia alterar essa decisão devido a preocupações com a fiabilidade. Desde os testes de Barcelona que tem havido alguma especulação de que um problema com as cambotas do propulsor alemão podia adiar o fornecimento da última especificação da unidade de potência, mas fontes próximas da Mercedes Motorsport negaram tais rumores, reafirmando a decisão de manter o plano de fornecer todas as equipas com a última versão do motor que Lewis Hamilto e Valtteri Bottas avaliaram no último teste de pré-temporada. Tudo indica que os problemas da primeira semana de testes terão sido resolvidos.
A Mercedes fez uma grande modificação na sua unidade de potência esta época, e há rumores que debite mais 70 cv que a anterior – valor obtido no banco de ensaios. Algo que não se percebeu nos testes de Barcelona. Contudo parece que a Mercedes terá rodado num modo mais conservador nos ensaios de pré-época, que permitiram analisar peças e alterar os componentes que não provaram ser relevantes para serem usados já em competição. Com a abolição do sistema de ‘tokens’ para esta temporada, mais atualizações são agora possíveis quando qualquer unidade de potência é lançada – por isso tudo o que ainda não tiver provado a sua eficácia agora poderá ser utilizado mas tarde no campeonato. Se a Mercedes utilizou um modo mais conservador nos testes, isso poderá ser uma das explicações porque a sua rival Ferrari mostrou estar à frente em Barcelona. Uma situação que poderá ser diferente em Melbourne.










