F1: McLaren e Aston Martin são as opções mais fortes para a Honda
O leque de opções para a Honda regressar em pleno em 2026 é francamente reduzido e, neste momento, apenas a McLaren e a Aston Martin parecem ter argumentos interessantes.
A Honda, apesar de manter algum envolvimento com a Red Bull, pretende regressar como fornecedora de motores em 2026, mas com a equipa austríaca já comprometida com a Ford, restam poucas soluções interessantes para os nipónicos. A McLaren e a Aston Martin são, aparentemente, as opções mais fortes.
Do lado da McLaren já se viveu o sonho e o pesadelo, mas uma terceira tentativa pode estar a ser equacionada. Já circularam rumores de reuniões entre as duas partes, mas não se conhecem mais desenvolvimentos. Para a McLaren chegar ao topo, um fornecedor de motores exclusivo (ou muito perto disso) seria a melhor solução. A ideia pensada e mal implementada por Ron Dennis poderá voltar a fazer sentido. A McLaren está numa posição diferente, tal como a Honda. Há mais experiência de ambas as partes e o que se viveu no passado terá fornecido lições valiosas.
Por outro lado, há a Aston Martin. A equipa mostra este ano os primeiros sinais de ter encontrado o caminho do sucesso, mas são fornecidos pela Mercedes, que agora é adversária direta. Esse tipo de relações pode ser difícil de gerir e talvez a Aston veja a Honda como uma solução indicada para ter um fornecimento de motores 100% dedicado. Os mercados onde operam são diferentes, mas é uma mistura pouco comum de um ponto de vista do marketing. Ainda assim, são as melhores estruturas para a Honda entrar e tentar ser bem sucedida desde o arranque.
Projetos como Williams, compra da Alpha Tauri deverão exigir investimentos maiores e não dão tantas garantias de sucesso a curto prazo, enquanto a Haas não parece reunir condições para atrair o construtor nipónico.
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Lord Snow
10 Abril, 2023 at 10:31
A Aston Martin unir-se à Honda poderia ser a única forma de passarmos a ter 4 possíveis equipas candidatas ao título todos os anos (em vez das atuais 3, não incluo a Alpine porque ainda não deu mostras suficientes que pode vir a ser mais que uma equipa de meio pelotão).
De facto, a AM pode vir a ser uma equipa de ponta por toda a estrutura que está a desenvolver e ter um fornecedor único pode ser uma vantagem, com um motor desenvolvido diretamente para o seu carro.
Pity
10 Abril, 2023 at 10:41
Eu “voto” na McLaren, apesar do segundo “casamento” ter sido muito problemático, mas é preciso que ambas as partes trabalhem em conjunto
Leandro Marques
10 Abril, 2023 at 12:28
Tanto para a Williams como para a Honda seriam as melhores opções unir-se. O chassis da Williams funciona bem com motores como os desenvolvidos pela Honda ou os desenvolvidos pela Red Bull Powertrains. E os motores Honda funcionam bem com os chassis que a Williams ou a Red Bull costumam produzir. Qualquer uma das duas pareciam ser uma boa opção para a Honda, embora aqui a Aston também me parece estar a ir no sítio certo de desenvolvimento de chassis para acolher motores como os da Honda.
Frenando_Afondo™
10 Abril, 2023 at 20:57
Tendo em conta que a Aston Martin já copiou o conceito da RB, faz sentido agora meterem o motor Honda. Assim é copy-paste e já está. Fora o know-how que vem com a Honda de como integrar o motor no carro da RB.
Regressar para a McLaren, não sei, eles andam algo perdidos, não estou a ver a Honda a querer andar para trás outra vez. É verdade que já mudou muita coisa desde que a Honda saiu, especialmente o mofo bafiento de egoístas que destruíram a equipa por dentro e depois fugiram. Mas depende se a McLaren mostra serviço. Visto que a Aston Martin parece ser uma opção bem mais interessante (isto se for para ser um fornecedor dedicado, porque podem perfeitamente servir duas equipas como fazem agora).
787B
23 Abril, 2023 at 4:22
#stillwecry