É a mais recente polémica na Fórmula 1, com o potencial de desestabilizar e até comprometer o futuro do limite orçamental na disciplina e a Ferrari está atenta ao que se vai passar nos próximos dias.
As notícias que Red Bull e Aston Martin teriam alegadamente ultrapassado o limite orçamental definido no regulamento financeiro, caiu que nem uma bomba no paddock da F1 antes do Grande Prémio de Singapura. Como seria de esperar, esta questão do limite orçamental iria ser usada como arma de arremesso político entre equipas e a única coisa que podia evitar isso seria uma aplicação clara das regras. Mas, como sempre dito pelas equipas, este tipo de fiscalização seria sempre complicada de fazer, algo que a Ferrari fez questão de realçar várias vezes.
Indo de acordo com o que disse Laurent Meekies, que considera ser este um teste de fogo para a validade do Limite Orçamental e poderá colocar em causa desta regra, o responsável máximo da Ferrari, Mattia Binotto, disse à Sky Itália que se exige severidade total da FIA em caso de infração, mesmo que seja um valor baixo.
“Mesmo que sejam quatro milhões que se enquadrem na categoria de infração leve, quatro milhões não são leves”, explicou Binotto. “Para nós, quatro milhões representam as ações de desenvolvimento para uma temporada inteira. Quatro milhões significam setenta pessoas no departamento técnico que podem encontrar e produzir soluções que podem valer até meio segundo por volta”.
Os resultados da FIA devem ser publicados amanhã e só aí saberemos quem se manteve dentro limite e se houve realmente alguma infração ao regulamento.










