Muito se tem falado dos novos carros, da sua nova filosofia aerodinâmica e da forma diferente como vão gerar aderência. Isto é um desafio para os engenheiros, mas também será para os pilotos. As novas máquinas vão exigir um estilo de condução diferente e Mattia Binotto, diretor da equipa Ferrari voltou a afirmar que os novos carros serão mais difíceis de pilotar:
“Os pilotos terão de se adaptar. Os carros serão mais difíceis de pilotar “, é citado na Speedweek, na sequência das suas declarações na Sky Italia.
Já se tem comparado o estilo de condução dos novos monolugares ao que é usado na F2, mas o que parece certo é que teremos carros menos ágeis em curva, talvez com uma tendência subviradora devido ao peso total do carro e ao peso extra das novas rodas. Conseguir o equilíbrio certo poderá ser difícil e claro, com uma aerodinâmica diferente os pilotos terão de abordar as curvas de uma forma diferente também. Quem leva a melhor? Quem se adapta melhor a este estilo? A resposta a esta pergunta poderá valer um título.











Os F1 são o exemplo de como fazer carros com uma pessima aerodinâmica.. É tudo ao contrário…por regulamento. A asa traseira foi “estragada”. Perdeu muita da pressão aerodinâmica. Vão tenta recuperá-la no fundo mais ou menos asa ( mas muito mitigado, tamanho e inclinações de asa muito curtos e saias nem pensar etc)). Os F1, se já tinham uma aerodinâmica bem surreal. ainda a vão ter pior. Mas é a forma que a FIA tem para para limitar as velocidades, melhorar o show, etc. Os engenheiros costumam encontrar buracos para melhorar. Sempre assim foi. Mas que a malha é cada… Ler mais »