Lewis Hamilton continua a procurar o melhor de si embora tenha dias em que pondera se deve continuar a correr.
A “reforma” de Hamilton foi um tema muito abordado há um par de anos, quando muitos sentiam que o piloto estava com vontade de acabar o seu compromisso com a F1 e tentar explorar novos territórios. O sucesso e a possibilidade de bater ainda mais recordes fez diminuir essa vontade e o britânico tem-se mostrado sempre muito focado em conquistar cada vez mais. Mas durante o confinamento, chegou a ponderar se não devia acabar a carreira:
“Mentalmente, trata-se realmente de me sentir bem comigo mesmo”, disse Hamilton. “Encontrar uma maneira de garantir que temos amor próprio. Precisamos ser capazes de gostar de nós mesmos e estar bem sozinhos.”
“Tenho dias em que acordo e estou grogue, não me sinto motivado a fazer exercício. Eu pergunto-me para onde vou? Devo continuar a correr? Penso nisso mas depois passa. E a hora seguinte penso `Eu amo o que eu faço! Como consideraria não continuar?`”
“Se não estamos a melhorar e crescendo durante esses dias, o que estamos fazer? Nada nos será dado. Temos que conseguir o que queremos, e precisamos querer mais do que a pessoa com quem estamos a competir. Só precisamos fazê-lo. “
“Pode demorar muito tempo. As pessoas esquecem-se que eu comecei a correr quando tinha oito anos e cheguei à Fórmula 1 com 22 anos, e demorou muito tempo para chegar lá, mas a paciência também é muito, muito importante. Espero voltar melhor.”










