O regresso de Lewis Hamilton às pistas em Abu Dhabi não é garantido e o piloto britânico está numa corrida contra o tempo para o conseguir.
O regresso de Hamilton não depende apenas de testar negativo para a Covid 19, pois as regras sanitárias do Bahrein e dos Emirados Árabes Unidos podem dificultar o regresso.
O período de auto-isolamento de Hamilton expira na quinta-feira (10 dias), um dia antes do treino livre para a corrida no circuito Yas Marina, mas com o piloto da Mercedes ainda a precisar de ter múltiplos testes negativos antes da reentrada no paddock.
Os critérios para viajar entre Bahrain e Abu Dhabi para o pessoal de F1 são os mais rigorosos da época, com todos os envolvidos a necessitarem de viajar numa série de voos fretados para os EAU, com autorização especial dada à F1 para contornar o período de isolamento do país de 14 dias para as chegadas.
Se Hamilton não testar negativo antes destes voos, então surgirão complicações para a organização de nova viagem, com o britânico necessitar de uma permissão dos EAU para viajar em privado. Apenas para sair do Bahrein, Hamilton tem de ter testes negativos antes de viajar, o que significa que os seus testes terão de ser realizados e devolvidos negativos antes de expirar o seu período de isolamento.
Por muito que a F1 queira facilitar a tarefa ao piloto e à Mercedes, os protocolos estabelecidos para a entrada nos EAU são estipulados pelas autoridades de saúde pelo que os prazos terão de ser cumpridos e qualquer atraso poderá significar a não participação. Do lado da FIA, tal como aconteceu com Nico Hulkenberg em Nurburgring, basta que Hamilton participe num treino ou na qualificação para poder fazer a corrida. Assim, Hamilton está à espera dos testes positivos e de flexibilidade por parte das autoridades do Bahrein e dos EAU para poder estar em pista no próximo fim de semana.











