Helmut Marko explicou o raciocínio que levou à dispensa de Nyck de Vries da Alpha Tauri. O neerlandês foi afastado à décima jornada, sem tempo de mostrar mais, numa passagem pela F1 fugaz e sem momentos positivos, tirando a sua estreia em Monza, pela Williams.
Segundo Marko, de Vries não podia ser visto como um rookie, pois a sua experiência e os testes que foi acumulando na F1 colocavam-nos numa posição privilegiada:
“Contratámos o Nyck porque ele teve um excelente desempenho em Monza no ano passado”, diz Marko ao De Telegraaf. “Esperávamos que ele fosse, pelo menos, igual ao seu companheiro de equipa Yuki Tsunoda este ano, mas não foi esse o caso. Na verdade, ele foi sempre três décimos de segundo mais lento. Não vimos qualquer melhoria. Ele tem 28 anos, tem muita experiência e também foi capaz de ganhar muito conhecimento como piloto de testes em vários carros de Fórmula 1. Aos meus olhos, não se pode compará-lo a um jovem estreante. No final de abril, em Baku, ele começou bem o fim de semana e eu pensei que ele ia ter um melhor desempenho, mas depois teve outro acidente. Infelizmente, não fez uma super volta que nos tenha deixado maravilhados. Tínhamos de fazer alguma coisa. Porque é que havíamos de esperar e que importância têm mais duas corridas se não se vê qualquer melhoria? O Nyck é um tipo simpático, mas a velocidade não estava lá. Acho que ele pode construir uma boa carreira nas corridas de resistência”.












Foi sempre assim. Seguem sempre o mesmo guião, portanto ninguém pode falar em surpresa: O piloto já não interessa, é sem demoras convocado para o hotel do Marko em Graz para assinar o papel, Todos os jovens que aproveitam a chance de correr para eles já o sabem à partida. Transparente. Quer se goste ou não, mas isso é outro assunto.
Um estreante, fez 11 corridas de F1, sem grandes testes, contra um piloto rápido como Tsunoda (na sua 3ª época de F1 e que se bateu muito bem com Gasly), era suposto fazer igual ao Japonês??? E com um carro que é o pior ou o 2º pior… Quanto à “velocidade não estar lá”, até parece que foi cilindrado por Tsunoda…ainda por cima substituído por DR, esse sim foi cilindrado por Norris…É verdade que NdV pouco mostrou mas também é verdade que 10 corridas ao volante do AT deste ano (um carro francamente mau) é pouco para um rookie mostrar… Ler mais »
É verdade que o Nyck de Vries tem muita experiência… noutras disciplinas. A F2 já lá vai há anos, a Fórmula E exige um tipo de condução muito diferente e os carros são mais lentos do que os F1. Sim, teve experiência em vários carros de F1, como piloto de reserva e testes, o que não é a mesma coisa do que fazer corridas. Brilhou em Monza, uma pista menos complicada e aproveitou a “inundação” de penalizações na grelha e abandonos na corrida, para pontuar. O que parecia ser a “Sorte Grande”, tornou-se um pesadelo, quando lhe deram o pior… Ler mais »
O problema dele foi o Piastri! Simples. Que quer se queria quer não, tinha menos experiência que ele e anda a 1/2 decimas do Lando, que convenhemos está num nivel acima do Tsunoda. o MCL no inicio não era grande carro (sem comparar com o AT, claro…), mas era igual para os dois pilotos, o Piastri não desiludiu até agora e vai na minha opinião desde á alguns meses dar dores de cabeça ao Norris, o De Vries nunca convenceu…
Chateia-me bastante é que até agora nem o AS nem os principais sites de notícias da F1 tenham dado a palavra ao d Vries. C’um raio, chega de ouvir só um lado da história, eu gostava de tb ouvir o outro (mesmo se alinho por quem diz que o seu desempenho foi uma decepção).
Provavelmente ele ausentou-se para parte incerta e desligou o telemóvel.
Mais a sério, pode ser que ele não queira falar agora, queira esfriar a cabeça antes de reagir, porque deve ter doído muito.