Depois de deixar o programa de jovens pilotos da Red Bull, Jak Crawford considera que há agora um foco diferente nesta estrutura, uma vez que Guillaume Rocquelin deu ênfase à pedagogia.
O programa de jovens pilotos da Red Bull é apontado como um dos melhores do género, tendo dado oportunidade a muitos jovens para se tornarem pilotos profissionais e por último, deu dois campeões do mundo de Fórmula 1 à equipa. No entanto, em agosto passado, Christian Horner apontou uma nova direção para o programa, focando-se em pilotos mais novos e reduzindo o apoio na Fórmula 2, a antecâmara da F1.
O piloto norte-americano Jak Crawford foi um dos que deixou de contar com o apoio da Red Bull Junior Team, mas diz que o fim de linha no programa de jovens será uma “boa oportunidade”, uma vez que o deixar de sentir a pressão que estava sujeito.
Crawford identificou uma “mudança radical” no rumo do programa desde que Guillaume Rocquelin assumiu a liderança do projeto. “Há também muitas oportunidades de aprender”, disse o piloto à RACER, acrescentando que “Guillaume Roquelin, que é agora o responsável da equipa de juniores, chegou em meados de 2022. Desde então, senti que houve uma mudança radical no programa. Passou a ser mais pedagógico”.
O norte-americano sublinhou que passou a “aprender mais, a receber mais feedback sobre tudo e a ter mais preparação antes do evento por parte da Red Bull. Por isso, gostei muito desse aspeto”.
Neste momento, a Red Bull Junior Team conta com Ayumu Iwasa no campeonato de Super Fórmula, Isack Hadjar e Pepe Marti para competir na Fórmula 2, enquanto Arvid Lindblad, Oliver Goethe, Tim Tramnitz e Kacper Sztuka estarão com as suas cores na Fórmula 3. Enzo Deligny (Fórmula Regional EU) e Enzo Tarnvanichkul (Fórmula 4) completam o alinhamento de pilotos do programa.
Foto: Dutch Photo Agency / Red Bull Content Pool










