A entrada de Rui Marques para a liderança da direção de corrida foi abordada pelos chefes de equipa da F1. Os responsáveis pelas estruturas foram confrontados com esta mudança e, apesar de relutantemente, deram a sua opinião.
Os diretores de equipa foram questionados sobre a forma como a FIA e o seu presidente, Mohammed Ben Sulayem têm atuado. Toto Wolff e Fred Vasseur tentaram evitar problemas e deram respostas genéricas, mas Vasseur acabou por dar a sua opinião, afirmando que a posição de Rui Marques é algo ingrata:
“Não sei se a pergunta era sobre o Diretor de Corrida ou o que quer que seja, mas, sem dúvida, a dinâmica desta decisão é um tema um pouco estranho para mim, porque agora que estamos no final do campeonato, são provavelmente as três corridas mais difíceis de gerir. Vegas, se nos lembrarmos do ano passado, Qatar e Abu Dhabi, a última do campeonato. O momento é estranho para isto, para mim. Mas não estou a par da discussão com a FIA, o que significa que não quero tomar qualquer posição sobre o assunto, mas a dinâmica é estranha”.
Oliver Oakes também teceu comentários sobre a troca de diretor de corrida:
“A única coisa que eu diria é que não é fácil para alguém como o Rui estar nesta situação a três corridas do fim. Penso que, tal como estes rapazes [Vasseur e Wolff ] referiram, é uma tarefa importante, tendo em conta a luta pelo campeonato que está a decorrer. Conheço-o dos tempos das categorias júnior, obviamente. Acho que é um pouco diferente quando se está no centro das atenções da F1, mas acho que ele está obviamente bem preparado. Acho que ele tem de lidar com as críticas destes dois também, mas acho que ele vai sair-se bem. Penso que, no final do dia, se lhe deram a oportunidade, é porque toda a gente pensa que ele está pronto para assumir essa posição”.









