Depois de ter percebido que, afinal, a culpa não era bem de quem pensou inicialmente, aquando do acidente, George Russell pediu publicamente desculpas a Valtteri Bottas. Posteriormente, depois de ter sido criticado por Toto Wolff, o piloto da Williams, com ligações à Mercedes, desculpou-se através das redes sociais: “Peço desculpa ao Valtteri, à minha equipa e a todos os que se sentiram dececionados com as minhas ações. Ao ver as repetições, vi algo diferente da ideia que tinha”, disse
Russell, que se mostra confiante que o incidente “não irá prejudicar a minha relação com a Mercedes”, admitindo no entanto que a reação de Bottas possa ter a ver com o facto de lhe poder ‘roubar’ o lugar: “Não há qualquer tensão entre o Valtteri e eu, mas o que eu disse foi claro (ndr, que Bottas o fechou por ser ele) mas talvez eu estivesse errado e talvez ele fizesse o mesmo fosse qual fosse o piloto. O Valtteri e eu vamos conversar e vamos desanuviar o ar. Não tenho qualquer intenção de guardar ressentimentos ou ter qualquer má relação com qualquer piloto da grelha”, disse Russell que continua azarado em Imola.
O ano passado perdeu pelo menos um precioso ponto para a Williams, este ano, a mesma coisa, e logo com uma factura bem maior. Para a Williams e para a Mercedes. Tal como disse Toto Wolff, numa altura de contenção de custos, não veio mesmo nada a calhar.
Acreditamos que George Russell levou (ou vai levar) um valente puxão de orelhas, mas honestamente achamos que quem sai pior de Imola, é Valtteri Bottas, não pelo acidente, onde foi mais vítima que culpado (embora também tenha culpa) mas sim pela imagem que está a passar como piloto da Mercedes.











