A FIA não vai deixar de controlar o uso dos limites de pista por parte dos pilotos. Depois das críticas dos diretores de equipa pelo modo como a FIA fez este controlo na Hungria e na Alemanha, Charlie Whiting anunciou que não há qualquer interesse da federação em deixar esta política cair e que os limites de pista vão ter que ser respeitados, alegando razões de segurança.
Whiting reclamou que “os pedidos dos diretores de equipa não foram apropriados e nós vamos continuar a fazer o que estamos a fazer. Há algumas curvas em algumas pistas que nos dão alguns problemas, mas estamos a eliminá-las uma a uma. Seria muito mais difícil deixar os pilotos terem liberdade total, porque aí a pista ia ser fundamlmente diferente, seria mais rápido e haveria menos área de escapatória”.
Toto Wolff, diretor da Mercedes, e Christian Horner, diretor da Red Bull, foram os mais vocais nas críticas públicas ao policiamente dos limites de pista. Wolff defendeu liberdade total para os pilotos andarem onde querem, em nome do espetáculo, enquanto Horner acredita nos limites de pista, mas exige consistência no modo como as penalizações são aplicadas.










