A FIA rejeitou o direito de revisão solicitado pela McLaren relativo à penalização de Lando Norris no GP dos EUA de F1. A McLaren alegava que os comissários tinham errado na apreciação do incidente, suportados em novos vídeos que, entretanto, surgiram, insistido que a ultrapassagem já tinha sido concluída, mas os Comissários não entenderam assim e rejeitaram o apelo.
Entre os principais pontos da disputa estava o ‘documento 69’, que a McLaren argumentava conter uma nova evidência suficiente para justificar uma revisão.
Na interpretação da ultrapassagem, a McLaren alegava que Norris tinha completado a ultrapassagem sobre Verstappen antes do incidente, tornando-se o carro defensor.
No entanto, os Comissários insistem que Norris ainda estava a ultrapassar no ápice da curva.
Para que a revisão fosse concedida, a McLaren precisava provar que as novas evidências eras significativas, relevantes, novas e indisponíveis no momento da decisão original, pelo que a decisão dos comissários foi de rejeitar a solicitação da McLaren, argumentando que o erro no ‘Documento 69’ não constituía uma nova evidência suficiente para justificar uma revisão.
A McLaren discordou da decisão dos Comissários, afirmando que um erro objetivo e mensurável num documento oficial deveria ser considerado uma base válida para uma revisão.
Toda esta controvérsia destacou a complexidade das regras da Fórmula 1 e a dificuldade de interpretar incidentes, e este caso evidenciou o rigoroso processo de revisão da FIA e a alta barreira para que uma equipa tenha sucesso numa solicitação de revisão.
A McLaren criticou a falta de transparência no processo de tomada de decisão dos Comissários, especialmente o facto de que a equipa não foi ouvida antes da decisão inicial ser tomada.
Este caso tem o potencial de levar a uma revisão das regras da Fórmula 1, especialmente no que diz respeito ao processo de revisão e à transparência nas decisões dos Comissários.










