A nova regra da FIA (deixou de ser necessária a unanimidade entre as equipas para alterar o regulamento) poderá ter sido pensada para impedir que a Ferrari impeça o teto orçamental de descer ainda mais. Foi hoje incluída uma cláusula de salvaguarda no código desportivo da FIA, e a leitura que a quase totalidade dos observadores está a fazer é simples: Impedir a Ferrari de levar a sua avante. A desaceleração económica da Fórmula 1 no meio desta pandemia global de coronavírus está a fazer co quem algumas equipas pretendam uma redução bem mais significativa do limite máximo de custos para o próximo ano, anteriormente acordado em 150 milhões de dólares. No entanto, a Ferrari opõe-se a qualquer redução adicional, argumentando que outro corte levaria a despedimentos em Maranello, mas as equipas mais pequenas da F1, com a McLaren à cabeça, têm vindo a debater-se face à posição inflexível da Scuderia, numa altura de crise extrema para o desporto.












Já não era sem tempo. Agora só falta uma maior abertura técnica para que a F1 ganhe interesse e se acabem com domínios. A FIA ainda não percebeu que não é homogeneizando tudo que consegue um campeonato competitivo e justo. A ser assim nas épocas em que uns tinham TC e outros não (traccion Control) na viragem para os Anos 90 a F1 teria sido uma verdadeira farsa entre outras situações. Tem de haver mais interpretação individual e tem de haver mais liberdade. A segurança da F1 é hoje inquestionável. Verdade que será sempre uma modalidade de riscos e nada… Ler mais »