F1: Ferrari ‘tramada’ pela alteração da FIA

Por a 24 Abril 2020 13:54

A nova regra da FIA (deixou de ser necessária a unanimidade entre as equipas para alterar o regulamento) poderá ter sido pensada para impedir que a Ferrari impeça o teto orçamental de descer ainda mais. Foi hoje incluída uma cláusula de salvaguarda no código desportivo da FIA, e a leitura que a quase totalidade dos observadores está a fazer é simples: Impedir a Ferrari de levar a sua avante. A desaceleração económica da Fórmula 1 no meio desta pandemia global de coronavírus está a fazer co quem algumas equipas pretendam uma redução bem mais significativa do limite máximo de custos para o próximo ano, anteriormente acordado em 150 milhões de dólares. No entanto, a Ferrari opõe-se a qualquer redução adicional, argumentando que outro corte levaria a despedimentos em Maranello, mas as equipas mais pequenas da F1, com a McLaren à cabeça, têm vindo a debater-se face à posição inflexível da Scuderia, numa altura de crise extrema para o desporto.

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25 comentários

  1. First Row

    26 Abril, 2020 at 7:05

    Já não era sem tempo. Agora só falta uma maior abertura técnica para que a F1 ganhe interesse e se acabem com domínios. A FIA ainda não percebeu que não é homogeneizando tudo que consegue um campeonato competitivo e justo. A ser assim nas épocas em que uns tinham TC e outros não (traccion Control) na viragem para os Anos 90 a F1 teria sido uma verdadeira farsa entre outras situações. Tem de haver mais interpretação individual e tem de haver mais liberdade. A segurança da F1 é hoje inquestionável. Verdade que será sempre uma modalidade de riscos e nada é infalível mas largadas com SC quando dá uma chuvinha, SC por tudo e nada, a nova regra do SC virtual e velocidade controlada assim como eliminação de pistas de alta velocidade, de escapatórias em gravilha, de um múltiplo fornecedor de pneus, eventualmente dos reabastecimentos e excesso de penalizações, foi negativo para a modalidade, numa altura em que a fiabilidade é muito grande e já não é factor de decisão ou de influência para baralhar e dar de novo. E já não é precisamente devido ao rigor e uniformização tecnológica excessiva. Mais que uma competição a F1 sempre foi uma montra tecnológica e um mundo de polémica que por si faz 50% da modalidade. E para isso nem é preciso um orçamento milionário. Basta aquilo que referi acima porque é isso que também tem piada. Ver novas ideias resultar ou tramar equipa ou piloto A ou B. Ver um abandono â chuva ou numa saída à gravilha sem hipótese de retomar, ver um reabastecimento falhado, ver uma corrida baralhada pela chuva ou por outro acidente sem haver o controlo virtual, enfim ver um GP como Canadá 2011 ou Mónaco 1996.

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