Fernando Alonso explicou os seus comentários de 2015 sobre o motor da Honda e de o ter chamado de “GP2 Engine”. A refletir sobre a sua passagem pela McLaren-Honda num entrevista à F1 Racing, Alonso admitiu que a mensagem não deveria ter passado cá para fora.
“Estava frustrado e se calhar não deveria ter dito nada. Não o disse na televisão nem na conferência de imprensa. Estava a ter uma conversa privada com o meu engenheiro. Não era suposto ter sido transmitida.”
“Mas o motor era mesmo mau. No primeiro ano de testes, em quatro dias fizemos sete voltas.”
Após a saída do espanhol da Fórmula 1, a Honda deixou a McLaren e mudou-se para a Red Bull Racing, onde em 2019 já venceu corridas. Alonso insiste que não pensa ‘no que poderia ter sido’.
“Estou muito contente por eles, mas o motor que eu tinha não é o mesmo que venceu no Brasil. Se um piloto de topo estivesse no meu lugar naquela altura, não sei o que poderiam fazer.”
“Em 2015 estava sempre a lutar para sair da Q1 e cheguei a ter 575 lugares de penalização. Disse sempre aquilo que acreditei ser a verdade.”
Desde a sua saída da Fórmula 1, Alonso já correu no Rally Dakar, já fez corridas de Endurance e este ano vai voltar a Indy 500. Apesar disto, Alonso deixa a porta aberta a um possível retorno à Fórmula 1.
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