Romain Grosjean pretende continua a usar a mesma postura que usou no ano passado em que apontou logo os problemas da evolução do chassis, não se remetendo ao silêncio.
O início da época da Haas foi penoso, com a equipa a não conseguir os resultados desejados. Os responsáveis da equipa apontavam os pneus como a principal causa dos problemas, mas a atualização do chassis estreada em Barcelona não trouxe as melhorias desejadas, com Grosjean a apontar os defeitos do carro. Foi esta postura que permitiu à equipa perceber o problema de correlação e sem isso a Haas estaria nesta fase ainda pior:
“Na corrida de Barcelona, quando trouxemos a evolução para o carro, eu imediatamente disse que havia um problema. Em Paul Ricard, depois da qualificação, eu disse-lhes que tínhamos que parar de nos concentrar nos pneus porque esse não era o problema. Havia outro problema real no carro. Foi quando os estudos foram mais aprofundados e percebemos que havia um problema sério. Era um problema de correlação entre o túnel de vento e a pista. O certo é que, se eu não tivesse dito em Barcelona que a evolução não estava a funcionar, eles teriam continuado na mesma direção e este ano não teria dado certo. Esse foi definitivamente um ponto positivo” disse o piloto ao motorsport.com.
“Estamos à espera para ver como estará o carro nem pista. Temos todos os números do túnel de vento. Acho que aprendemos muito desde o ano passado. Agora, novamente, a única resposta que realmente obteremos é quando guiarmos o carro e vermos como ele se porta em pista.”
“Tentamos entender de onde vêm os problemas de correlação. Tentamos entender o que fizemos de maneira diferente dos outros e analisamos os conceitos. E então vamos esperar pelas primeiras voltas em Barcelona para garantir que medimos tudo o que acontece no carro e que estamos alinhados com o túnel de vento”.










